sexta-feira, 23 de julho de 2010

Super cola

Super cola, é preciso termos cuidado...

Ir à procura da felicidade!

Muitas vezes vivemos uma ilusão! Inventamos uma vida, aquela vida que idealizámos, em que nós próprios somos os actores principais, afinal é a nossa vida. Por dentro sentimo-nos miseráveis e infelizes, mas o medo de perder aquela vida, que aparentemente é perfeita, faz com que nos sujeitemos a tudo. A troco desta imagem, que nós pensamos que é a ideal, deixamos de respeitar os nossos valores, a nossa educação, tudo… até a nossa própria e verdadeira identidade. Tudo para alimentar a mentira ilusória. Mas a vida não perdoa, os anos começam a passar, nós envelhecemos, as coisas que faríamos há uns anos atrás, já é tarde de mais para concretizá-las.
De que serviu aquela ilusão? Desperdiçamos a nossa vida numa mentira e não fomos felizes. Não tivemos coragem!
Sé se vive uma vez, essa vida não pode ser desperdiçada. Temos de saber aceitar, perdoar, vencer os preconceitos e sermos felizes!
Ir à procura da felicidade.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Boa música, muito pó e um trânsito caótico


A música invadiu Alfarim e Aldeia do Meco. Foram muitos os festivaleiros que nos visitaram nestes três dias, deixando a Aldeia completamente caótica no que diz respeito ao trânsito. Quem está habituado a ver a Jardia com as habituais famílias, nos seus piqueniques aos fins de semana, ficou de queixo caído, ao ver o que em poucos dias conseguiram construir ali no meio do nada.
O Comércio local foi pequeno para tanta procura.
Espero que para o ano, caso se realize novamente, hajam soluções para o trânsito e parqueamento. No caso da poeira, parece-me que não há nada a fazer, molhar a terra? E o calor? Enfim qual é o Festival que é Festival a sério sem poeira? Parecia as ovelhas do Zé Pedro quando atravessam a estrada, lol…
Enfim… feito um balanço, foi positivo!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Como os outros nos veem:

Artigo publicado no IOnline:
http://www.ionline.pt/conteudo/69182-meco-tudo-o-que-quis-saber-e-nunca-ousou-perguntar
É lamentavel que se escreva tanto, sem se ter o conhecimento necessário sobre o tema.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Para todos os que nos visitem no próximo fim de semana:

Para todos os que nos visitem no próximo fim de semana, durante o Festival Super Bock Super Rock, aqui fica a mensagem.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Mentalidades e identidade

Detesto troca de identidades, a minha terra é a minha terra, defendo-a acima de tudo, é a terra dos meus avós, dos meus pais, existe aquele espírito dos verdadeiros Alfarinheiros, que não existe em mais nenhum sítio no mundo.
A confusão acerca do dia do Natal, que nós até sabemos explorar muito bem, o mito da Independência de Alfarim, os burros que ficaram imortalizados pela famosa foto do Sr. Sevelas na praia, a nossa querida Igreja… tantas coisas…
Nós sentimo-nos diferentes e temos orgulho nisso, temos uma identidade própria!
Nunca desfalecemos na defesa dos nossos valores e na teimosia, mesmo sabendo que tudo até pode estar perdido, porque de facto nunca estará, pelo menos definitivamente, enquanto nós resistirmos.
Não tenho a melhor das opiniões sobre as pessoas em geral, mas tenho a melhor das opiniões sobre as pessoas em particular.
Irrita-me que se confunda educação, princípios e valores, com bens materiais. Ninguém é mais que ninguém por se pavonear num carro topo de gama, ou por ter um mamarracho de uma casa gigantesca junto à estrada, só para mostrar a toda a gente que tem poder económico.
No entanto riqueza não é sinónimo de formação e civilidade.
Para quê comentar tanto a vida do vizinho, que não nos diz respeito. Falar voluntariamente daquilo que não sabemos, dar opiniões sobre assuntos que nos são alheios.
Isto é pobreza de espírito, é ter pouco que fazer, e normalmente vem de pessoas frustradas, que dominam o dia a dia da Aldeia em cafés e outros estabelecimentos. Criticam as novidades porque não tem capacidade para se adaptarem a elas, mas também não tem capacidade para inovar.
Que tal cada um fazer uma reflexão acerca de si próprio, dos seus conceitos e princípios? Em vez de pensármos em Aldeia, vamos pensar em mundo.
O êxito não é uma dádiva, é uma conquista.