sexta-feira, 6 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Que tristeza...
A pobreza é uma das causas que mais contribuem para a desflorestação e destruição do meio ambiente. Custa-me a acreditar que seja esse o factor principal para o abate de árvores e pinhais inteiros na nossa terra.Os pinheiros mansos são uma fonte de grande rendimento na época das pinhas, assim como fornecem resina e lenha extraída dos ramos mais baixos, permitindo à árvore continuar a dar sombra e conservar a sua beleza natural.
Na zona da Jardia, propriedade dos Herdeiros de António Xavier de Lima, a aniquilação tem sido brutal e devastadora.
Recordo que o ano passado quando se realizou o Super Bock Super Rock, uma das queixas foi a falta de sombra.
Como é que podem acabar assim com árvores centenárias?
Os pinheiros doentes, (nemátodo, lagarta do pinheiro), mantêm-se de pé, secos e escuros, a contaminar as árvores envolventes, porque é que não abatem esses?
Antes de chegarmos ao Campo de Futebol do Alfarim, encontramos mais uma vasta área completamente devastada. Que tristeza … e revolta.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
"RESTREPO"
A minha curiosidade cinéfila já me levou a ver os filmes mais estranhos, ou não, que possam imaginar, no entanto muitas vezes tenho surpresas boas. Um dos últimos filmes ou documentário, que vi foi o “RESTREPO”.Um relato verídico e original, com personagens reais, que se desenvolve no Vale Korengal no Afeganistão, onde um pelotão de soldados americanos tem a sua base.
Muitas vezes questiono a guerra, inclusive a do Afeganistão, onde já morreram milhares de pessoas. Estes soldados, típicos americanos, fanáticos pela sua pátria, mostram neste documentário as suas fragilidades como seres humanos.
Durante estas filmagens um dos Soldados é morto, o soldado Juan Restrepo, considerado por todos um dos mais fortes, o que deixa todos bastante abalados. Apesar desta morte bastante comovente, a forma fácil com que disparam a metralhadora é para mim brutal, estamos a falar de pessoas como nós, e há baixas de ambos os lados, afinal aquela é a terra dos afegãos. Será que os $ que ganham por dia, compensam as mazelas que ficam para o resto da vida?
Aconselho a todos a visualização desta agressiva metragem, nomeada este ano para o Óscar de melhor documentário.
Nota:
Esta quarta-feira o fotógrafo de guerra e realizador deste filme, Tim Hetherington, morreu na Líbia, vítima de um ataque com um rocket.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Claras em castelo
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