quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Ténis


O ténis é um jogo profundamente inglês, e claro está bastante elitista.
Consegue reunir gente de todas as partes do mundo para assistir aos desafios, aliás para eles não há nada melhor na vida do que estar sentado ao sol no Court, com uma taça de morangos e outra de champanhe, a ver os campeões do mundo travarem as suas batalhas perante uma multidão.

Os bilhetes para Wimbledon, o mais famoso Torneio de ténis, são tão disputados que o clube organiza uma lotaria pública para a venda antecipada.

Fiquei portanto surpreso com uma entrevista de Flávia Penneta número dez do ranking do ténis feminino mundial. Numa entrevista dada ao jornal “La Gazetta dello Sport”, sem pudores, a tenista fala de drogas e sexo no circuito internacional de ténis.

Revelou que considera Tommy Haas o tenista mais bonito, mas se tivesse que escolher alguém para uma “escapadela”, o felizardo seria Marat Safin.

Flavia Pennetta, de 27 anos, já namorou com o espanhol Carlos Moyá e confessou que chegaram a fazer sexo durante os torneios, inclusive em vestiários e casas de banho de aviões durante as competições.

A tenista fala também sobre a homossexualidade, que no mundo do ténis parece ser bastante banal, embora confesse nunca ter sido assediada por uma colega.

Quanto ao uso de drogas e casos de doping no desporto, Pennetta garante que nunca experimentou mas afirma que conhece alguns colegas que o fazem por divertimento.

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